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27 de julho de 2011

La Boqueria

 




Os mercados  municipais são locais de atracção de uma cidade, que não se podem deixar de visitar. Cada um tem as suas particularidades e o Sant Josep de la Boqueria é o primeiro mercado de Barcelona. Fica junto a La Rambla.

  


As bancas mais atractivas são as da fruta e as do peixe fresco.



Para o nosso lanche podemos comprar uma bebida fresca ou fruta cortado e já embalada. Poupa-se dinheiro e sabe muito bem!


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15 de julho de 2011

Casa Milá



A Casa Milá, também chamada La Pedrera, é mais uma obra de Gaudi, a quarta que visitamos depois de Sagrada Família, da Casa Batló e do Parque Guell. É património mundial da Unesco e localiza-se no Passeig de Gràcia.

Mais uma vez, a sua arquitetura não tem nenhuma linha recta. Existe um pátio interior. Existem aqueles traços a que Gaudi nos habituou. Mas encontramos, contudo, diferenças em relação à Casa Batló. Achamos mais interessante o interior desta última.



 


O que tem esta que não tem a Casa Batló é a possibilidade de aceder ao telhado, que tem espetaculares chaminés. E ter vistas da cidade, nomedamente vistas sobre a Sagrada Família. Apresenta também uma exposição sobre obras de Gaudi.


 A entrada na Casa Milá, no nosso caso, estava incluida no preço pago pelo articket (22 euros),  o qual dava acesso a mais seis lugares/museus da cidade de Barcelona.

Tiramos imensas fotografias, como se pode perceber, mas faltou-nos uma muito importante: a fachada da casa. Na falta, resta-nos a fotografia de uma maquete que fazia parte da exposição....


 
 
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13 de julho de 2011

Casa Batló


Hoje, a partir da Praça da Catalunha, vamos apanhar a linha 3 do metro, em direcção a Trinitá Nova, saímos em Passeig de Grácia e estamos em frente à Casa Batló.


A Casa Batló é mais uma obra de Gaudi, entre tantas que estão dispersas por Barcelona. Neste caso foi encomendada pelo industrial José Batló Casanovas no início do século XX.

O bilhete de entrada, que inclui um guia áudio em espanhol ou inglês, custa perto de € 20 e pode ser comprado junto à entrada.




A fachada do edifício chama a atenção pela originalidade das ondulações das suas varandas e a forma das janelas. O interior tem muitas aplicações de cerâmica e mosaicos. O pátio interior tem azulejos azuis e quando olhamos, a partir do vidro fosco das janelas, parece que vemos a água do mar.

Para além destes pormenores  de construção, existem muitos outros, originais e interessantes que merecem uma visita.

 
 
 
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7 de julho de 2011

Sagrada Família



Na Praça da Catalunha apanhamos a linha 3 do metro, em direcção a Trinitá Nova e saímos em Passeig da Grácia. Depois apanhamos a linha 2 do metro em direcção a Pep Ventura e saímos na indicação Sagrada Família.

Ao chegar surpreendeu-nos a exuberância do edifício, mas também nos surpreendeu a envolvente, o aglomerado urbano e o frenesim do trânsito. Percebemos logo que falta um espaço à volta que faça justiça a este monumento.

Relativamente à sua história importa não esquecer que o nome correcto é Templo Expiatório da Sagrada Família. O arquitecto responsável pela mesma é o famoso António Gaudí, que nasceu em Barcelona em 1852.

Gaudí morreu aos 72 anos vítima de atropelamento. Conta-se que foi atropelado quando entrou na estrada sem olhar para trânsito, porque estava a tentar obter um melhor plano para admirar a sua obra.

Tenha ou não acontecido assim, entende-se a necessidade de afastamento para a admirar. É de difícil alcance pela nossa vista porque é imensa.



O projecto foi iniciado em 1881, mas Gaudi assumiu-o apenas em 1882, tendo vivido parte da sua vida em dedicação exclusiva ao mesmo. Gaudi via as formas perfeitas, funcionais e estéticas, na natureza, nos troncos de árvores, na estrutura do esqueleto humano, etc. Por isso adaptou a linguagem da natureza às formas estruturais da arquitectura.



O exterior do templo representa a Igreja, através dos apóstolos, os evangelistas, a Virgem e Jesus. Têm no seu plano três fachadas: a fachada da natividade que foi construída na presença de Gaudí, a fachada da paixão foi construída após a sua morte, e a fachada da glória que ainda não foi construída.

Relativamente ao estilo naturalista e orgânico de Gaudi, ao entramos no interior da Sagrada Família percebemos aquelas colunas que parecem troncos de árvores, as suas ramificações a suportar o tecto, e a sensação de passearmos numa floresta.



Na altura da nossa visita, o seu interior e exterior estavam parcialmente preenchido com obras que condicionaram a visita. Prevê-se a conclusão de todo o projecto apenas em 1026, centenário da morte do arquitecto. O preço da entrada no seu interior era de  € 13.

Esta visita consegue absorver imenso tempo, desde pormenores das figuras esculpidas, a símbolos e a técnicas de construção apresentadas em exposição e é, sem dúvida, um monumento singular.



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3 de julho de 2011

Artesanato em Barcelona





Desde um relógio em forma ondulante a objectos decorados com pedacinhos de azulejo passando por flores de papel coloridas e originais, vemos nesta feira de artesanato uma marca  Gaudi, entre outros diversos objectos curiosos.


1 de julho de 2011

Residência Universitária Sarriá




Existe uma sugestão de estadia barata em Barcelona que queremos deixar aqui: a Residência Universitária Sarriá, em Barcelona.

Esta residência universitária abre as portas aos turistas nos meses de Verão. Sarriá é um bairro luxuoso que fica numa zona sobranceira à cidade, o que lhe permite vistas interessantes sobre a mesma. Tem uma envolvente sossegada e verde.
À sua porta param autocarros com regularidade, que nos levam ao centro da cidade em 35 minutos. Mas esta demora pode ser compensada pelo preço muito em conta e pelo ambiente agradável que se vive neste local.

Entre outros autocarros, os principais são o número 66 que liga Sarriá à Praça da Catalunha (praça central de Barcelona, junto a La Rambla) entre as 6h e as 22h40; e o N8 Night Bus que faz o mesmo trajecto entre as 23h e as 5h30. No percurso inverso, a partir da Praça da Catalunha, o número 66 e o N8 night bus, partem de locais de paragem diferentes, que facilmente se identificam pela leitura dos mostradores que se apresentam nesses locais.

Como em outras grandes cidades europeias, é conveniente adquirir um bilhete de transporte para um certo número de dias, bilhete que inclui a entrada gratuita ou de valor reduzido para locais de interesse cultural.

Na residência existem quartos antigos e quartos construídos recentemente. Sendo os últimos mais novos e melhores, temos que ter em conta que quaisquer deles são pequenos e a sua casa de banho também, e possuem apenas a versão duas camas individuais, sem luxos, mas com o essencial.

Os preços que vão desde os € 40 aos € 70, aproximadamente, para duas pessoas, uma noite, e para oferta de alojamento e pequeno-almoço, meia pensão ou pensão completa. Não sendo a pensão completa, provavelmente, a melhor opção, a meia pensão pode ser muito vantajosa em termos de poupança na viagem. As refeições são apresentadas na versão bufete, com muita variedade de produtos.
Existem muitas mais ofertas de estadias, algumas baratas. Mas, do que conhecemos, esta é aquela que tem o melhor preço para um serviço de alojamento razoável, um bom serviço de refeições tipo bufete, e tudo isto num espaço muito tranquilo.

26 de junho de 2011

Los Tarantos

Como é sabido, o Flamenco é oriundo da provincia da Andaluzia. No entanto, para quem visita Barcelona, na Praça Real, uma transversal à La Rambla encontra um bar que oferece um espectáculo diário de Flamenco durante trinta minutos.

No bar «Los Tarantos», os espectáculos iniciam-se às 20:30, 21:30 e 22:30, sendo o custo de 7 euros por pessoa.



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17 de maio de 2011

La Rambla

La rambla de Barcelona é uma rua com uma extensão de mais de um quilometro e que une a Praça Catalunha ao porto da cidade. Esta rua, ladeada por árvores de grande porte, tem, de cada um dos seus lados e paralelas e ela, ruas abertas ao trânsito de veículos.

Percorrer este quilometro, apinhado de gente, de dia ou de noite, é aventurar-se por uma viagem demorada, lenta e com pausas constantes para presenciar espectáculos de artistas variados entre caricaturistas, músicos, bailarinos, estatuas humanas, etc.
Encontram-se também vendedores de objectos que bem podem ser um recuerdo desta viagem: um leque, uma pintura de um monumento da cidade, uma flor.

Para além destas atracções, restaurantes e cafés implantados em plena rua convidam-nos e uma jantar ou a uma simples bebida e a saborear os sons de la movida.


23 de março de 2011

Lago de Sanabria


Fica no Parque Natural do Lago de Sanabria, perto de Puebla de Sanabria. No Inverno este é um local vazio, mas cheio de beleza natural, um lago muito extenso, rodeado pelas montanhas que poderão estar pintadas de branco. No Verão transforma-se. O lago é um bom local para turistas se banharem e para fazerem desportos aquáticos. E é nesta estação do ano que na  pequena povoação de Ribadelago abrem os hotéis e pequenas cabanas de madeira muito pitorescas para receberem os visitantes.

14 de março de 2011

Barcelona no Viagens com Guia


Fotografar a Sagrada Família, obra emblemática de Gaudi, não é tarefa fácil. É uma obra extraordinária.

Em breve, no Viagens com Guia.

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8 de março de 2011

Puebla de Sanabria



É uma vila medieval, inserida no parque natural do lago de Sanabria, na província de Zamora, Espanha. Vimo-la muito sossegada, gelada pelo frio e vento de um dia de Fevereiro. À noite, ilumina-se e o seu brilho alcança a solidão dos montes vizinhos.



Esta vila, onde o comércio e as lojas de lembranças, apelativas para turistas, são quase inexistentes, tem imensos bares pitorescos e bons restaurantes. Numa das ruas centrais fica um restaurante que recebeu uma estrela michelin 2011, a Posada Real La Carteria.




Para chegar a Puebla de Sanabria segue-se para Espanha através de Chaves e depois apanha-se a autovia das Rias Baixas em direcção a Benavente. Em alternativa, pode-se chegar a Espanha por Bragança e a vila fica a cerca de 40 minutos da cidade portuguesa.


13 de outubro de 2009

Cañones del Sil


São impressionantes as escarpas e o vale profundo e curvilíneo por onde suavemente corre o rio Sil. Perde-se de vista a enormidade desta paisagem. Para abrange-la o mais possível existem inúmeros miradouros.


O rio nasce na província de Leão, região autónoma de Castela e Leão, as suas escarpas, merecedoras desta visita, aparecem em Lugo e em Ourense, porque o rio marca a fronteira entre estas duas províncias da Galiza, e é em Ourense que a sua imponência definha, quando Sil se junta ao rio Minho.


Outra forma de conhecer as gargantas do rio Sil, é através de uma viagem em catamarã, com partida e chegada muito perto do Mosteiro de Santo Estevo.


Este é outro ponto de interesse por estes lados. Aquele que se chama Mosteiro de Santo Estevo e foi outrora um Mosteiro onde habitavam monges, no século passado foi utilizado como sanatório e actualmente é um espaço renovado com múltiplas funções entre elas, uma parte que é um hotel e outra parte que mantém uma exposição de fotografias, trabalhos e objectos pessoais e institucionais dos pacientes.


A paisagem e os monumentos junto do rio Sil não se esgotam nestas referências. Há mais sítios à espera de serem descobertos.




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10 de setembro de 2009

A Taberna da Curuxa

A respeito do comentário de um viajante que passou por este blog, respondíamos nós que existiam outros sítios da Galiza que queríamos trazer aqui. Vamos então a isso.

Vigo é uma cidade que pertence à Galiza e dista cerca de 20 km da cidade de Valença, a povoação portuguesa mais próxima e cerca de 130Km da cidade do Porto. Vigo é, naturalmente, um local de destino dos portugueses do norte que querem dar um pulo ao país vizinho, seja para viver a noite, ir até á praia, ver exposições, fazer compras ou jantar.

Na nossa visita a esta cidade decidimos provar os seus sabores gastronómicos, sendo que para isso percorremos as ruas velhas da cidade ao encontro de um sítio que nos agradasse. Conhecemos o risco que é fazer a escolha por um restaurante com base na sua aparência, sem qualquer outra referência, mas resolvemos arriscar.

E confirmou-se o ditado de quanto maior o risco, maior o petisco: na rua dos Cesteiros, a Taverna da Curuxa apresenta-se como um local rústico e acolhedor. A primeira sala que nos surge é pequena e interessante. Depois, uma porta dá acesso a outra sala mais ampla. Nós ficamos pela primeira, mais íntima e com uma decoração mais cativante.

Não se pode comer em Vigo, sem provar os mariscos, em tapas que se apresentam como entradas, ou como eles lhe chamam, o primeiro prato. As nossas escolhas para os segundos pratos foram bacalhau com molho de sidra, que lhe traz um sabor capaz de surpreender os nativos do país das mil e uma formas de se preparar o bacalhau, e um prato de presa ibérica com yuca, com a carne grelhada muito suculenta, ambos acompanhados por um vinho tinto com muito corpo. Para a sobremesa, arriscámos uma vez mais, e pedimos o doce da casa, a torta curuxa.



Voltaremos a Vigo com mais tempo e sugestões, por agora fica esta pequena dica de um lugar onde se come muito bem.


Nota: uma vez que estávamos «desarmados» da máquina fotográfica, as imagens apresentadas pertencem a este site de promoção de restaurantes galegos

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6 de julho de 2009

Alhambra

Alhambra é um símbolo da Andaluzia. Este belo conjunto de palácios, fortalezas, jardins e fontes encontra-se na cidade de Granada. Numa região de Espanha particularmente árida sentimos um prazer maior neste sítio envolto em arvoredos e repleto de água. Alhambra é a marca dos mouros que passaram por Espanha, é a obra dos reis Nasrid, é uma palácio real requintado.


Por curiosidade, sabemos que Alhambra significa vermelho ( em árabe Al hamra). Não nos surpreende quando vemos a cor de todo o complexo palaciano no cimo da colina de Granada.

Podemos registar alguns dos seus dados históricos nomeadamente a data de 1230 como o início da construção desta obra que se prolongou pelo século XIII e XIV.

O que torna este palácio tão requintado são os trabalhos feitos em madeira e gesso, os trabalhos esculpidos com a caligrafia árabe, as formas entrelaçadas, os arabescos, os mosaicos.

Entre os vários nomes de partes deste complexo ficaram gravados o Palácio dos Leões, o Pátio dos Leões, o Palácio de Comares e os jardins da Generalife.


Para além desta obra de arte, também não deve perder o pôr do sol no bairro islâmico Albayzin ou as mostras de flamenco nas cavernas em Sacramonte.

29 de abril de 2009

10 Parques - 10 Cidades - Parque Güell

É um parque diferente. De todos aqueles que por aqui passaram, de todos aqueles que já se visitaram, este é aquele que mais se estranha. Mas como dizia Pessoa, primeiro estranha-se depois entranha-se. Repara-se que é diferente dos parques aqui tratados desde logo pela vegetação: o parque é mais «despido» de árvores do que os dos países da Europa Central e a flora é claramente mediterrânea: palmeiras, eucaliptos, oliveiras e pinheiros bravos.





Mas a diferença maior vai para aspecto arquitectónico do Parque Güell : a mão genial de Gaudí é sentida em cada pormenor. O lagarto colorido (talvez o réptil mais fotografado do mundo) que nos dá as boas vindas na escadaria, as colunas a imitarem árvores, o viaduto construído a partir de um puzzle de pedra, os rios de lava ou a sala Hipóstila, com as suas colunas geometricamente distribuídas, mostram que a diferença é o melhor sinónimo para génio.





Barcelona é Gaudí e esta obra é uma das mais emblemáticas do arquitecto. Deve o seu nome ao empresário amigo de Gaudí que financiou a construção, Eusebi Güelli, com vista a tornar-se um condomínio fechado. Em boa hora abandonaram esta ideia quando verificaram a inviabilidade do projecto e hoje apenas existem duas das sessenta casas inicialmente previstas.





Com o negócio perdido, ficámos todos a ganhar: Gaudí construiu uma obra prima em vez de um bairro; a Unesco já o reconheceu como Património da Humanidade; na colina que ampara o parque - e que nos faz esquecer um pouco do frenesim da «movida» das «ramblas» de Barcelona – pode passear-se sossegadamente; e o topo do parque é o miradouro perfeito para contemplar o pôr do sol no Mediterrâneo.






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